Hip-hop in transit

Hip-hop is a cultural, political and social movement that emerges in the 70’s in Bronx, New York, in a migration flux, racial segregation and social exclusion context. In a few years, overtook American borders and became a youth political regimentation all around the world, originating a phenomenon named “Global Hiphop”: a culture that encourages and instates innovative practices of artistic expression, knowledge, production, social identification and political mobilization. Being a social phenomenon that has different ways of artistic expression – music, dance and plastic arts -, the hip-hop culture makes it possible to comprehend many facets of everyday life where it is practiced. In other words, while narrating everyday life it also becomes a lens that enlarges our sight vision about societies and their operating modes. The Hip-hop elements potentialize the word and the critical sense, however, the knowledge that its practitioners resort to is local. That is, it is a global movement that potentializes acting/operation and local transformations.

Therefore, the Hip-hop culture proliferation provided through the worlds series of studies in this thematic, consolidating what has been called as HipHop Studies (NEAL, 2011). In this area, stands out local and comparative researches about the United States of America, Caribe, Americas, Europe, Asia, Oceania and Africa. In these different contexts, the Hip-hop culture has integrated scholars from many knowledge areas (Sociology, Anthropology, Economy, Politic Sciences, Education, Law Sciences, Mathematics etc.), which looks for comprehending the social dynamics of urbanic contexts. The Hiphop studies looks for elucidate not just what is hip-hop and its idiosyncrasies, but, also, catching what it reveals about the life experiences of precarity contexts. If, on the one hand, scholars of this theme that have made researches about the American context, have also been striving to create analytical categories that enables its comprehension while social phenomenons, as it have been Marcyliena Morgan, Tricia Rose, Imani Perry, Murray Forman, Mark Anthony Neal, Christopher Emdim, Halifu Osumare, Bakari Kitwana, J. Griffith Rollefson and Bettina Love’s studies, on the other hand there are series of studies done in several, distinct and distant contexts, that enable the operation comprehension and also this cultural expression potential. May quote, for example, Marc D. Perry, Tanya Saunders and Sujatha Fernandes’ researches about Cuba, Juan Flores’ research about Puerto Rico, Halifu Osumare’s researches about Ghana and Hawaii, Ian Condry’s research about Japan, Ajay Nair and Murali Balaji’s researches about Asian countries, J. Griffith Rollefson, Adriana Helbig and Toni Mitchell’s researches about Europe, Ana Lúcia Silva Souza, Derek Pardue and João Batista Felix’s researches about Brazil.

In our country, studies about youth, borders, migration fluxes, nation and race, have  increasingly approached production made in the HipHop Studies field. However, this field still didn’t find  in Brazil effective institutionalization possibilities, neither, in dialogue with academic community and/or activists and artists. In order to fill this blank emerges the research line “hip-hop in transit”, which has as objective brings to Brazilian universities bigger dialogue and reflection possibilities with the HipHop Studies field, that institutionally has emerged since the 00’s.

 

The research Line is divided into the following sub-lines:

  • Biographies and trajectories;
  • “Hip-hop nation”, narratives in transit and imagined communities;
  • Glocalization and local scene productions of hip-hop culture in post-Colonial contexts;
  • Hip-hop and political regimentation in global peripheries;
  • Hip-hop and symbolic commodities market

Coordenadoras:
Prof. Dra. Jaqueline Lima Santos 

Prof. Dra. Daniela Vieira dos Santos  

Pesquisadores

Ana Lúcia Silva Souza

CPF: 040.125.978-17

Pós-doutorado em Linguística Aplicada –  Universidade de Brasília, doutorado em Linguística Aplicada – Universidade de Campinas, mestrado em Ciências Sociais –  Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, graduação em Ciências Políticas e Sociais –  Escola de Sociologia e Política do Estado de São Paulo. É professora da Universidade Federal da Bahia e integra quadro permanente do Programa de Mestrado Profissional em Letras – ProfLetras. Tem estudos e projetos na área de Linguística Aplicada , com ênfase em ensino de Língua Materna,  estudos dos letramentos, cultura e   identidades, relações raciais, hip-hop e educação diaspórica. É autora, da obra Letramentos de Reexistência – Poesia, Grafite, Música, Dança – Hip-Hop – Editora Parábola. É co-autora, entre outras: De Olho na cultura! Pontos de vista afro-brasileiros, Centro de Estudos Afro-Orientais e Fundação Cultural, Palmares; Orientações e Ações para a Educação das Relações Étnico-raciais, Secadi,MEC; Igualdade das Relações Étnico-Raciais na Escola – Possibilidades e desafios para a implementação da Lei 10639/03, São Paulo, Ed. Peirópolis; Indicadores da qualidade na educação: relações raciais na escola – São Paulo: Ação Educativa, Unicef, SEPPIR, MEC; Caderno Temático: Letramentos de Reexistência, – Revista da ABPN – Associação Nacional de Pesquisadores/as Negros/as.

Amanda Vitória Vieira 

CPF: 408.175.548-58

Graduanda em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), atualmente desenvolvendo o projeto de iniciação científica intitulado “Portar o kit: periferia, funk e estilo de vida”, com o apoio da CNPQ, em que discute estética e cultura periférica. Apresenta interesse em debates nas áreas de sociologia da cultura e sociologia urbana, bem como a construção de saberes interdisciplinares ligados à temática étnico-racial, tais como o negro nos espaços urbanos, epistemologia negras, saberes tradicionais afrodiaspóricos, o pós-abolição e o pós-colonialismo. Atualmente desenvolve trabalho voluntário como docente de Sociologia na Escola Afrocentrada Sankofa.

Carolina Hummel Hara 

CPF: 359.775.358-21

Mestranda em Sociologia pelo PPGS/UFSCar e bacharel em Ciências Sociais pela mesma. Integrante do NaMargem – Núcleo de Pesquisas Urbanas e da equipe do programa “Às Margens da Cidade”, projeto de extensão que vai ao ar na rádio UFSCar.

Cristiane Correia Dias (B-girl Cris)

CPF: 176.244.048-26 

Doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Humanidades, Direitos e Outras Legitimidades – Diversitas/FFLCH, Mestra em Educação pela FEUSP – Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, possui licenciatura e bacharelado em Ed. Física, pesquisadora, produtora, arte-educadora, ativista da cultura Hip-Hop e dançarina de breaking. Diretora Executiva da Federação Paulista de Breaking, Diretora Técnica de Projetos e Normas Desportivas da Confederação Brasileira de Breaking, Produtora/Membro do projeto Quadro Negro do Grupo Opni e Mentora do Guetto Crew (SP) de danças urbanas e do Coletivo Wolts (PE) de moda Hip-Hop. Autora do livro “A pedagogia Hip-Hop: consciência, resistência e saberes em luta” (Appris). 

Gabriela Costa Lima 

CPF: 466.559.268-31 

Graduanda em Ciências Sociais com dupla ênfase em Antropologia e Licenciatura, pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Desenvolve pesquisa articulando epistemicídio, produção de conhecimentos, poesia marginal, Hip Hop e bases epistemológicas de tradições afro-religiosas. Membra do grupo de pesquisa “Hip Hop em trânsito” do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, e membra do grupo de pesquisa em relações multiespecíficas e produção de conhecimento, do departamento de Antropologia da Unicamp.

Harumi Laini Agata da Rocha 

CPF: 443.969.448-96

Graduanda em Ciências Sociais na modalidade bacharelado com ênfase em Antropologia e licenciatura pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Pesquisadora na linha “Hip Hop em Trânsito” do Centro de Estudos em Migrações Internacionais (CEMI), desenvolve pesquisa de Iniciação Científica com o tema “O sistema carcerário sob a ótica do movimento Hip-Hop: Trajetórias de hip-hoppers como crítica a política de encarceramento” sob orientação do Prof. Dr. Omar Ribeiro Thomaz e coorientação da Profª. Drª. Jaqueline Lima Santos. Áreas de Interesse: Raça, Gênero, Direitos Humanos, Terceiro Setor, Políticas Públicas, Sistema Carcerário, Educação e Movimento Hip-Hop.

Luca Amaral Machado 

CPF: 465.093.278-56 

Graduado no bacharel em Ciências Sociais com ênfase em Antropologia (2021), pela Universidade Estadual de Campinas. Graduando em licenciatura em Ciências Sociais, e bacharel em Ciências Sociais com ênfase em Ciência Política, pela mesma universidade.

Paulo Henrique Ferreira Borges dos Santos

CPF: 399.926.968-50 

Graduado em História pela Faculdade de Educação São Luís (2015), onde desenvolveu pesquisa referente a ligação do Movimento negro e a quebra da cordialidade imperante nas relações étnico/raciais brasileiras, através das letras do grupo de Rap Racionais MCs. Desenvolveu projetos ligados a valorização da cultura Africana e Afro brasileira na rede pública estadual de São Paulo. Atualmente realiza mestrado no PPGE da UFSCAR sob orientação da Profª Ana Cristina Juvenal da Cruz. É Professor de Educação Básica II na prefeitura municipal de Nova Europa.

Victor Hugo Cossa da Silva 

CPF: 457.176.158-92 

Graduando-se em ciências sociais, com ênfase em antropologia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). É membro do Centro de Estudos em Migrações Internacionais (CEMI). Integra a linha de pesquisa “Hip Hop em Transito”, coordenada pela Dra. Jaqueline Santos e pela Profa. Dra. Daniela Vieira dos Santos. Desenvolveu um projeto de iniciação científica intitulado “A trajetória e cristalização do hip-hop franco-argelino em Rouen através de Rilès Kacimi” sob orientação do Prof. Dr. Omar Thomas Ribeiro. Tem interesse principalmente nas áreas de imigração, conflitos, raça e estudos da cultura Hip Hop.